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Dum Spiro Spero.

Dum spiro spero means "While I breathe, I hope" in Latin and is a modern paraphrase of ideas

that survive in two ancient writers, Theocritus and Cicero.

It is a motto of various places, families, organizations, and MINE.

Porque sou completamente CONTRA o aborto

Updated: Mar 26, 2019



Desde muito pequena sou a favor da vida de toda criatura. Hoje em dia fala-se muito em proteção aos animais, direitos humanos, tolerância, e, com as leis afrouxadas e o feminismo gritando aos quatro ventos a inversão de valores que temos na sociedade, grande parte das mulheres, e dos homens, querem o direito dado a elas do aborto. A lei é abrangente, chegando em alguns países a abortos até a 36ª semana - o que para mim é infanticídio - com o apoio de presidentes eleitos pela maioria do povo.

Falar com a voz da fé e da religião muitas vezes não é suficiente ou convincente quanto falarmos em tom pós-moderno e secularista.

O dom de ser mãe é ser coparticipante na criação. Embora todas as mulheres tenham o instinto maternal gravado em sua personalidade e natureza, não existe uma mãe sem um filho. Muitas vezes uma mãe não tem um filho, mas cuida do filho de alguém melhor do que a mãe biológica o faria.

Nossos filhos nos aceitam com todos os nossos defeitos, então, por que não aceitar um filho com defeitos também?

Para ilustrar este artigo, assista a este VÍDEO com a história dos 99 balões.


"Ninguém sabe quando a vida realmente começa."

A ciência afirma esse argumento como se fosse verdade absoluta. Mas quem pode saber por certo? Uma mãe que honra a maternidade saberia exatamente a formação e desenvolvimento do filho, seja ele como for.

O zigoto é formado de DNA humano e outras moléculas que não negam que um ser humano está em formação. Um embrião é biologicamente vivo, e já passou pelos quatro estágios de vida biológica: metabolismo, crescimento, reação ao estímulo e reprodução. Um coração já bate após 22 dias da concepção. Depois de 6 semanas, os olhos e as pálpebras, o nariz, boca e língua estão formados. Atividade cerebral também é detectada depois de 6 ou 7 semanas, e depois da 8ª semana o "filho" é considerado feto pela ciência, e já tem desenvolvido todos os órgãos e as partes do corpo, vindo a movimentar-se na 10ª semana.

Pró-escolha x Pró-vida

Uma pesquisa realizada em 2003 pelo Center for Gender Equality nos Estados Unidos revelou que a maioria das mulheres (51%) acreditava que o aborto nunca deveria ser permitido, apenas para o estupro, incesto ou perigo de vida. Mas as estatísticas são assustadoras. Somente 7% dos abortos são por problemas de saúde ou não provocados. 92% de todos os abortos, e isso significa 1 em cada 4 crianças vivas, são feitos por mulheres saudáveis que estavam grávidas de crianças saudáveis.

O verdadeiro feminismo

Uma mulher seria realmente feminista na luta por seus direitos se ela fosse completamente pró-vida. Afinal, o aborto é o resultado de uma sociedade que é falha ao prover as necessidades da mulher. Mulher e bebê não são inimigos. Bebês não são doenças. Nenhuma mulher deveria querer abortar um filho para que pudesse participar plenamente da sociedade. Se uma mulher grávida ou uma mãe não têm suas necessidades básicas atendidas, uma feminista teria que dizer que há algo errado com a sociedade, não concordar com o aborto!

Existe um website nos Estados Unidos chamado After Abortion criado por uma mulher que teve 5 abortos, e que possui 2 milhões e meio de posts de mulheres que dizem claramente que não gostariam de ter abortado se tivessem melhor escolha. Elas falam de culpa, pesadelos, alcoolismo, drogas, promiscuidade, inabilidade de formar e manter relações amorosas, dificuldade em criar filhos e muitos tipos de sofrimento.

Paz e liberdade para ser mãe

Quanto mais aprendemos sobre o aborto, mais chegamos a conclusão de que é anti-humano, antivida e antimulher. Acreditem, não é à toa que os valores estão invertidos e que a nuvem que pairece sobre a condição da mulher e de tantos outros grupos que entram na onda da "liberdade de escolha" acabam destruindo pessoas e mentalidades de tal forma que uma mulher chega ao ponto de não entender que o aborto é justamente a falta de escolha, e não escolha própria.

Susan B. Anthony, famosa nos Estados Unidos por ter justamente começado o movimento feminista em 1869, disse sobre o aborto: "Não interessa o motivo, a facilidade ou condições, ou a desculpa de salvar do sofrimento os inocentes por nascer, a mulher é terrivelmente culpada pois comete o ato. Ela carregará sua consciência em vida, sua alma até a morte, mas oh, três vezes mais culpado é o homem que a levou ao desespero para que ela cometesse esse crime."

Respeito pela vida

O respeito pela vida de animais e plantas existe para que possamos também aumentar nosso respeito pela vida humana. Uma mãe que escolhe ter seu filho, mesmo indo contra tudo e todos, mesmo que o crie em meio a muitas dificuldades, está permitindo que seu dom da maternidade seja cumprido. Tantas mulheres que não podem ter filhos sofrem porque o que mais desejam é serem mães, enquanto outras não pensam em seus filhos e seus direitos uma vez sequer quando abortam. Aliás, todas as pessoas favoráveis ao aborto estão vivas, não é mesmo? Você já viu alguma delas defendendo o direito dos seres humanos que não nasceram ainda?

A divindade da maternidade

Russell M. Nelson, médico cardiologista e presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, declarou:

"Que inconsistência pode permitir que as pessoas lamentem por seus mortos, e ainda assim estarem calejadas por esta guerra maléfica sendo travada na vida no momento de seu desenvolvimento silencioso? Que lógica encorajaria os esforços para preservar a vida de uma criança gravemente doente de doze semanas de idade, mas tolerar o término de outra vida doze semanas após o início? Mais atenção está aparentemente concentrada no destino de uma vida no corredor da morte de uma penitenciária do que nos milhões totalmente privados da oportunidade da vida através de tal carnificina odiosa antes do nascimento.

O Senhor declarou repetidamente esse imperativo divino: “Não matarás”. Recentemente ele acrescentou: “Nem faça nada semelhante a isso”. (D&C 59:6) Mesmo antes de a plenitude do evangelho ser restaurada, os iluminados entenderam a santidade da vida. João Calvino, o reformador do século XVI, escreveu: “Se parece mais horrível matar um homem em sua própria casa do que em um campo, porque a casa de um homem é seu lugar de refúgio mais seguro, certamente deve ser considerado mais atroz. destruir um feto no útero antes que ele venha à luz ”.

Mas que impropriedade poderia agora legalizar aquilo que foi proibido pelas leis de Deus desde o início dos tempos? Que raciocínio distorcido transformou os conceitos míticos em slogans contorcidos, concordando com uma prática que está consumadamente errada?

Outra preocupação empatetica aplica-se às gravidezes resultantes de violação ou incesto. A tragédia deste despojo é agravada porque, em tais relacionamentos, a liberdade de escolha é negada à mulher que está inocentemente envolvida.

Mas menos de 3% de todos os abortos são realizados por esses dois motivos. Os outros 97% são realizados para o que pode ser denominado “razões de conveniência”.

Não é uma questão de quando a “vida significativa” começa ou quando o espírito “entra” no corpo. Nas ciências biológicas, sabe-se que a vida começa quando duas células germinativas se unem para se tornar uma célula, reunindo vinte e três cromossomos do pai e da mãe. Esses cromossomos contêm milhares de genes. Em um processo maravilhoso envolvendo uma combinação de codificação genética pela qual todas as características humanas básicas do feto são estabelecidas, um novo complexo de DNA é formado. Uma continuacao de crescimento resulta em um novo ser humano. O início da vida não é uma questão discutível, mas um fato da ciência.

Aproximadamente vinte e dois dias depois que as duas células se uniram, um pequeno coração começa a bater. Aos vinte e seis dias começa a circulação do sangue.

As escrituras declaram que a “vida da carne está no sangue”. (Levítico 17:11) O aborto derrama aquele sangue inocente.

E daqueles que derramaram sangue inocente, um profeta declarou: “Os juízos que [Deus] exercerá… na sua ira [serão] justos; e o sangue do inocente servirá de testemunho contra eles, sim, e clamará fortemente contra eles no último dia. ”(Alma 14:11)""

Quando nos tornamos mães é quando entendemos que um julgamento fica bem melhor em forma de compaixão e compreensão. É quando conhecemos um amor puro, sem exigências. A maternidade nos leva de uma condição para outra, completamente altruísta. A maternidade humaniza a mulher, que vive para o essencial.

As mães que conheço são as pessoas mais fortes que conheço. Mães sentem-se sozinhas, fazem sacrifícios. A maternidade é repleta de alegria e também de derrotas.

O que precisamos entender é que nossos filhos não querem que sejamos perfeitas. Eles precisam de um exemplo real, o exemplo de uma mãe imperfeita que aceita o filho como ele é, e o ama mais do que qualquer coisa ou ideia que a sociedade nos imponha.

Todas nós mulheres somos diferentes, temos nossos pontos fortes e fracos, de acordo com nossa personalidade. Isso é bom! São justamente essas qualidades e defeitos que nos fazem únicas.

A criação não termina com o nascimento de um filho. Continua na criação de lares para o desenvolvimento de seres humanos que respeitam e amam a vida.

A maternidade é importante e essencial. É a forma de dizermos ao mundo que estivemos aqui.


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