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Dum Spiro Spero.

Dum spiro spero means "While I breathe, I hope" in Latin and is a modern paraphrase of ideas

that survive in two ancient writers, Theocritus and Cicero.

It is a motto of various places, families, organizations, and MINE.

Feminismo, Pró-Escolha e Satisfação pessoal

Updated: Mar 26, 2019



Susan B. Anthony é conhecida mundialmente como a precursora do Feminismo, movimento iniciado para protestar contra uma sociedade onde as mulheres não podiam ir à universidade, não podiam sequer manter seus ganhos, frutos de seu trabalho, e lutavam por direitos iguais. Vinda de uma família Quaker, era revolucionária, agressiva e ativista por natureza. Lutou contra o abuso do machismo, pelo direito do voto às mulheres, pela abolição da escravatura, pela reforma na educação. Juntamente com outras mulheres como Amelia Bloomer, Elizabeth Cady Stanton, Lucretia Mott, líderes dos movimentos pelos direitos às mulheres, fundou a American Equal Rights Association, onde o lema era "Aos homens seus direitos e nada mais; às mulheres, seus direitos e nada menos", que lutava pelos direitos de todas as minorias. Susan permaneceu solteira até seu falecimento aos 86 anos, em 1906 e dedicada à causa da igualdade de direitos. O feminismo no Brasil começou por volta do século XIX, inspirado pela Princesa Isabel, trazendo nomes como o da primeira eleitora Celina Guimarães Viana (1927), Mietta Santiago (1928), a primeira mulher eleita para um mandato político no Brasil Luiza Alzira Soriano Teixeira (1929) e, mais tarde, Berta Lutz (1982) e outras. O movimento se fortaleceu com o acontecimento que gerou o Dia Internacional da Mulher, onde, por ocasião da Revolução russa de 1917, em 8 de março daquele ano, houve a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome e contra o czar Nicolau II, saindo às ruas por melhores condições de trabalho e contra a entrada daquele país na guerra. Pouco tempo depois, em 25 de março, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, mataria 146 trabalhadores, em sua maioria costureiras. O dia 8 de março foi tornado feriado mundial por intervenção da feminista bolchevique e teórica marxista Alexandra Kollontai que persuadiu Lenin a fazê-lo. A implantação do Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro, também contribuiu para o fortalecimento do movimento, ainda existente hoje de várias formas.

Hoje em dia, muitas mulheres, usando os propósitos da revolução feminina em busca de direitos e liberdade, confundem o movimento chamado "Feminismo" devido às muitas correntes surgidas do movimento primeiro. Algumas das principais: - O feminismo puro de Susan B. Anthony, que continua a lutar pelos direitos iguais e pela melhora de condições para as mulheres em nível mundial. - O feminismo radical, desenvolvido durante a segunda onda feminista, que propõe derrubar o patriarcado, eliminando-o através de completa revolução. - A marcha das vadias, que protesta contra a crença que mulheres que são vítimas de estupro os provocam, marchando contra o machismo em roupas provocantes ou nenhuma roupa, originada no Canadá e largamente popularizado no Brasil. - Anarcafeminismo, que se opõe a todo e qualquer tipo de hierarquia, considerando as mulheres a classe mais explorada pelo capitalismo, contra o patriarcado, propondo a total liberdade das mulheres, seguindo ideias anarquistas e feministas. - Misandria, que é o ódio ou desprezo total ao sexo masculino, sejam homens ou meninos. - Feministas pró-escolha (pro-choice), que defendem o aborto como direito da mulher e liberdade individual. Muitas mulheres abraçam muitas dessas correntes, misturando sua história pessoal e sua visão de acordo com o ambiente e cultura em que vivem, aumentando a agressividade em relação a grupos pró-vida, às religiões em geral, e protestando contra toda e qualquer forma de pensamento diferente que encontram. É muito comum e corriqueiro hoje em dia encontrar moças jovens, solteiras, que participam de debates em grupos no Facebook por exemplo, defendendo e participando das marchas das vadias, defendendo o ateísmo, julgando a família como repressora maior da sociedade, culpando o Cristianismo pela violência contra a mulher, e misturando todo tipo de valores com valor nenhum, em nome da 'liberdade e feminismo'. Muitas convocam seus grupos para tirar o crédito de sites que promovem o fortalecimento das famílias, quando na verdade, demonstram fanatismo e falta de conhecimento da causa. Falando um pouco de mim como mulher, mãe, filha, esposa, profissional e escritora: - Vim de uma família de mulheres fortes, lutadoras por seus direitos, onde muitas participaram dos movimentos primeiros do feminismo, tanto no Brasil quanto em países europeus. - O sistema familiar em que cresci não se restringe ao patriarcado ou matriarcado, mas ambos sempre estiveram engajados em valores cristãos, onde os direitos e deveres dos homens está completamente em sintonia com o direito das mulheres na prática, não somente em teoria. Mesmo em épocas onde somente o marido e pai trabalhava fora de nossa casa, ou de meus pais ou avós, a mulher, mãe ou avó sempre tiveram voz ativa e os homens as respeitavam por isso. Enquanto um trabalhava para trazer o sustento à família, a outra trabalhava para criar a família e fortalecer o ambiente familiar. Hoje a maioria das mulheres trabalham também, e o respeito é o mesmo. Nunca houve violência doméstica nem abuso de autoridade por nenhuma das partes, e a criação dos filhos não foi abusiva ou repressiva, mesmo todos nós sendo engajados nas atividades da paróquia ou igrejas locais, cada um com suas crenças. - Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade, aos 15 anos basicamente me sustentava e aos 17 era autossuficiente. Estudei muito e ainda estudo, trabalhei muito e ainda trabalho, e construí e construo meus sonhos um a um. Engano pensar que tive oportunidades que caíram do céu. Não, muito pelo contrário. Tive que lutar muito por minhas oportunidades. Tive que trabalhar pesado, em vários empregos de uma vez para conquistar minha liberdade e sonhos. Nada, absolutamente NADA me veio de mão beijada. Uma mulher seria realmente feminista na luta por seus direitos se ela fosse completamente pró-vida. Afinal, o aborto é o resultado de uma sociedade que é falha ao prover as necessidades da mulher. Mulher e bebê não são inimigos. Bebês não são doenças. Nenhuma mulher deveria querer abortar um filho para que pudesse participar plenamente da sociedade. Se uma mulher grávida ou uma mãe não têm suas necessidades básicas atendidas, uma feminista teria que dizer que há algo errado com a sociedade, não concordar com o aborto! Quanto mais aprendemos sobre o aborto, mais chegamos a conclusão de que é anti-humano, antivida e antimulher. Acreditem, não é à toa que os valores estão invertidos e que a nuvem que pairece sobre a condição da mulher e de tantos outros grupos que entram na onda da "liberdade de escolha" acabam destruindo pessoas e mentalidades de tal forma que uma mulher chega ao ponto de não entender que o aborto é justamente a falta de escolha, e não escolha própria. Susan B. Anthony, famosa nos Estados Unidos por ter justamente começado o movimento feminista em 1869, disse sobre o aborto: "Não interessa o motivo, a facilidade ou condições, ou a desculpa de salvar do sofrimento os inocentes por nascer, a mulher é terrivelmente culpada pois comete o ato. Ela carregará sua consciência em vida, sua alma até a morte, mas oh, três vezes mais culpado é o homem que a levou ao desespero para que ela cometesse esse crime. Susan B. Anthony acreditava, e muitas vezes foi aos jornais para protestar, que o aborto era infanticidio. Escrevi um artigo, algumas dessas pessoas que misturam todos os conceitos do feminismo, fizeram uma arruaça nos comentários. O artigo está entitulado 12 coisas básicas que precisamos ensinar nossas filhas antes de se tornarem mulheres. É interessante e muito bom, diga-se de passagem, ver que a grande maioria das mulheres e homens que comentaram lá ainda concordam com os valores cristãos na criação das famílias, respeitando sim os direitos de todos, mesmo com dificuldades em vivê-los na prática, mas se esforçando para criar suas famílias e ensinarem seus filhos a viverem tudo o que podem e trabalharem por seus sonhos. É o respeito pela vida a todas as criaturas que nos traz mais respeito pela vida em geral, sejam animais, ou qualquer outra forma de vida. Na minha opinião, e respeito quem pensa diferente, mas exijo o mesmo respeito pelo que eu penso, é muito fácil não querer uma vida de compromissos nem família muito menos casamento e lutar contra tudo isso. É fácil dizer aos filhos "Sonhem alto que sonhar é de graça!", "Vocês podem ser e fazer o que quiserem da vida!", mas, na realidade, sabemos que a felicidade é quando podemos ter tudo o que almejamos, e isso inclui pensar e ser totalmente livre, financeira, profissional, pessoal, espiritual e emocionalmente. Não esqueçam de ensinar os filhos a lutarem por seus sonhos com honestidade de intenções, se eles precisarem defender o que acreditam sozinhos ao invés de abraçarem uma causa qualquer que nega os valores de Deus ainda é melhor do que simplesmente querer parecer com o que a sociedade e o mundo pensa. Largar mão dos sonhos de ter uma família porque há violência doméstica, porque uma minoria de homens abusam suas esposas, ou são egoístas e machistas, porque filhos dão muito trabalho, gasto, tiram a liberdade, etc e blá blá blá, é covardia. Colocar todos num saco só, e impôr os pensamentos revolucionários teóricos a todos demonstra inexperiência de vida, idealismo sem direção. Se ensinarmos isso aos nossos filhos estamos limitando seus sonhos, não tornado-os possíveis. Em primeiro lugar, temos que ensiná-los a amarem a Deus acima de todas as coisas, não na mesma intensidade, nem abaixo, nem ao lado, nem como amamos as coisas, mas ACIMA. Em segundo lugar, temos que ensiná-los a amarem e respeitarem a si mesmos, como filhos de Deus, reconhecendo seu valor pessoal, sua natureza divina, sua herança eterna. Em terceiro lugar, precisamos ensiná-los a amarem seu próximo como a si mesmos, não depois de si mesmos, acima ou abaixo de si mesmos. Amar o próximo é respeitar a vida, os direitos e ter responsabilidade por nossas escolhas e deveres, para que nossa liberdade de pensar e agir não interfira na liberdade do outro, seja ele meu irmão, vizinho, estranho ou conhecido, homem, mulher, criança, adulto, jovem, gay, animal ou feto. Todos merecem os mesmos direitos. E todos nós devemos nos preocupar também com os deveres que temos. Estes são os ensinamentos de Jesus Cristo. Estes são os princípios que eu vivo e escrevo em minhas obras. E, se necessário, defendê-las-ei sozinha. Confesso que devido a toda essa confusão de valores que tenho observado nas reações aos meus artigos, tenho vivido momentos completamente felizes. Sim, felizes. Como é estranho e excitante ao mesmo tempo perceber que você é feliz, que encontrou o que realmente lhe completa na vida, que tem uma família com pessoas esclarecidas e que respeitam um ao outro, e principalmente que Deus o aceita pelo que você é e pelo que faz. Afinal, conquistar total independência e autossuficiência moral, emocional e espiritual traz mais satisfação do que qualquer outra ideologia pregada pelo liberalismo de hoje.

Margaret Nadauld disse: "O mundo já tem muitas mulheres agressivas, precisamos de mulheres ternas. Há muitas mulheres ríspidas, precisamos de mulheres refinadas. Existem muitas mulheres que têm fama e fortuna, precisamos de mulheres de fé. Já existe ambição bastante, precisamos de mais bondade. Existe orgulho suficiente, precisamos de mais virtude. Já temos popularidade demais, precisamos de mais pureza."

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